Energias Renováveis - Instituto Brasileiro de Sustentabilidade - INBS

Energias renováveis formarão a nova base da matriz elétrica mundial até 2050

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Os investimentos em energia solar e eólica continuarão a impulsionar a participação das fontes renováveis, que devem representar 85% da matriz mundial.

Segundo um estudo da consultoria McKinsey, a transição sustentável da geração elétrica mundial que vem ocorrendo nos últimos anos é apenas o começo de uma jornada rumo a um futuro com mais energia limpa.

O estudo afirma que a queda de preços dos painéis fotovoltaicos e aerogeradores deve continuar atraindo a maior parte dos investimentos para estas tecnologias, elevando para 85% a participação das fontes de energia renováveis na matriz elétrica mundial até 2050.

O crescimento dessas fontes alternativas de energia servirá principalmente para atender ao aumento da demanda elétrica mundial, que deve triplicar até 2050, segundo a pesquisa.

Somente em energia solar, a McKinsey projeta um crescimento de cinco vezes da capacidade instalada atual de painéis fotovoltaicos e uma participação de 43% da tecnologia na geração de energia elétrica no mundo daqui 30 anos.

Hoje, a energia solar fotovoltaica já alimenta o autoconsumo de milhões de casas e empresas em todo o planeta, além das usinas solares que também se espalham em projetos de geração centralizada.

O Brasil, que ficou em quarto lugar no ranking mundial dos países com maior capacidade instalada em 2021, é um dos exemplos onde a tecnologia vem crescendo aceleradamente.

Somente no ano passado, o país aumentou em 5,7 Gigawatts (GW) a sua produção de energia solar fotovoltaica, que atingiu 13 GW. No mês passado, ela chegou a 15 GW, superando a capacidade de Itaipu, maior hidrelétrica do Brasil.

A maior parte da energia solar no Brasil é gerada pelos próprios consumidores no segmento de Geração Distribuída (GD), que se iniciou em 2012 com as regras da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e, hoje, engloba um público de mais de 1 milhão de consumidores.

As instalações são impulsionadas por uma soma de fatores, especialmente a alta inflação energética no país, a queda de preços da tecnologia e a disponibilidade de financiamentos de energia solar.

Segundo o último Plano Decenal de Energia (PDE) do governo, realizado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), o Brasil deve atingir mais de 34 GW de capacidade em energia solar distribuída até 2031.

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